Artigos curtos sobre as questões que surgem quando um estabelecimento tem efetivamente de disponibilizar Wi-Fi para hóspedes — escritos a pensar no proprietário do estabelecimento, e não num engenheiro de redes.
Nenhuma destas situações tem a ver com equipamento Wi-Fi. Têm a ver com mesas, clientes e terças-feiras tranquilas — e o Wi-Fi acaba por ser a solução com mais frequência do que se poderia pensar.
Um café, um portátil, o melhor lugar, das nove às cinco. Deixe que o equipamento tenha a conversa embaraçosa.
Cada vez que alguém pergunta «Qual é a rede Wi-Fi?», interrompe-se uma venda e a palavra-passe acaba por ser divulgada na esplanada. Retire o cartaz de uma vez por todas.
Não é possível efetuar um pagamento com cartão por e-mail. Os quatro segundos em que um cliente que entra na loja lhe diz quem é e como evitar endereços indesejados.
As avaliações são escritas por quem está insatisfeito, a menos que se peça a opinião de todos. Como pedir a opinião de todos, automaticamente, no momento certo.
O cartaz está virado para o lado errado e o Instagram mostrou-o a onze pessoas. Aproveitem o único ecrã que toda a gente na sala está a ver.
Escrito para o proprietário do local, e não para um engenheiro de redes.
O número de dispositivos por quarto, os índices de contenção, os cálculos que determinam se a sexta-feira à noite funciona — e a fatura por excedentes de utilização do satélite que apanha os resorts de surpresa.
Tem alguma pergunta que não conste aqui? Faça-a. Se um número suficiente de proprietários fizer a mesma pergunta, esta passará a constituir o próximo guia. Pergunte-nos o que quiser →